Uma coisa que se notou bastante neste mês de Janeiro foi a diminuição do trânsito.
Não sei se a crise atacou em força, se aumentaram as carreiras e as pessoas passaram a andar mais de transportes públicos, ou se a estudantalhada está em exames, mas a verdade é agora quase nem se pára para atravessar as pontes sobre o Douro. Felizmente, digo eu!!
Mas anteontem, o trânsito deixou de o ser: na autoestrada, longe das paragens habituais havia uma fila imensa. Não percebi o motivo... Lá se andou um pedaço a passo de caracol, depois estava um carro parado na berma com uma espécie de secador a apontar para a estrada. Depois desse carro, o trânsito fluía.
Era um carro da polícia a controlar potenciais excessos de velocidade às 9 da manhã!
"Não há luar como o de Janeiro nem amor como o primeiro"
Quem tem olhado para o céu neste mês de Janeiro pode confirmar a primeira ideia deste dito popular.
Hoje sonhei que estava pelo Brasil à procura do melhor lombo de porco assado.
Quer dizer, sonho que estou no país da picanha atrás da mais foleira carne portuguesa?
Tenho que rever os meus critérios de sonhos, porque a isto pode-se chamar pesadelo...
Acho ultrajante o facto de terem preparado, segundo ouvi dizer, 8 mil litros de água para abafar a poeira que seria levantada pela implosão da torre 5 do Bairro do Aleixo.
É uma falta de respeito perante uma torre que tanto pó forneceu durante todos aqueles anos!